Seja bem vindo!

Hello foreign friends! Welcome to our website!
Please send this page to your friends!
Want to participate? Use the translator and the sidebar.

Hola amigos extranjeros! Bienvenido a nuestro sitio web! Utilice el traductor y la barra lateral.

Thanks! Gracias!

________________________________________________________

“Dizem que o que é bom custa caro e é difícil de encontrar”...
Nem sempre.
Aqui não custa nada, tem bastante e pertence a todo mundo. Bem vindo ao Portal Nova Era!

“A informação foi feita para todos.”

________________________________________________________

*Sigam mandando seus projetos para o E-mail: nonarteilustracao@ymail.com ou postando na barra ao lado!

*Esta página está em frequente atualização.


A todos uma boa busca!

---x---


FREE SUPORTE / SUPPORT:

domingo, 4 de novembro de 2012

Claudeir da Silva apresenta seu trabalho...

Livro: Uma onça na cidade

Membro: Claudeir da Silva Martins

Uma onça na cidade
Autor: Claudeir da Silva Martins
Obra registrada na Fundação Biblioteca Nacional.


Um conto para refletir sobre a importância da preservação da natureza e ao ambientalismo, com o propósito único de despertarmos a mente humana para que venham cuidar melhor da natureza, antes que seja tarde demais para nos arrependermos. Aconselho a todos lerem este livro e meditarem em suas palavras e se possível conte isso para seus filhos, para que eles cresçam com essa consciência. Muito obrigado a todos e não se esqueçam de compartilharem com amigos e parentes para que nossos filhos plantem uma boa semente hoje e colham os bons frutos amanhã, para o bem da humanidade.
Cidade, bela cidade... Com seus prédios e edifícios altos, arranha-céus extraordinários, uma magnífica arquitetura que os mantém de pé em uma verdadeira selva de pedras.

– A cidade não para de crescer – Disse um caipira a um homem da cidade.

Construções e mais construções, casas e mais casas, a cada dia que se passa mais e mais residências são erguidas. Ouve-se o barulho da motosserra, do trator e do caminhão... são os madeireiros derrubando a selva para ampliar o tamanho da cidade.

As indústrias estão chegando, derrubem as árvores e construam mais bairros, alojamentos, prédios e edifícios, pois de trabalhadores precisaremos.

Com machado se corta a árvore e tão pouco se preocupa se ela é ou não importante, se é ou não um ser vivo, se deve ou não ser respeitada. Afinal de contas... Onde estão os direitos das árvores quando mais se precisa deles? Cansada de ver seu habitat violado e cansada de ter que mudar cada vez para mais longe, Dona Onça, muito irritada logo exclama: – Até quando! Até quando! Até quando vou ficar fugindo e me mudando? – Os homens derrubam as árvores e nos expulsam de nosso território, se não agirmos, logo não teremos mais ecossistema – Disse mais a onça.

– Não dá para enfrentá-los com aqueles verdadeiros monstros com os quais entram na floresta – Disse a jaguatirica, referindo-se a palavra monstros aos caminhões, tratores e moto serras que os madeireiros usavam para derrubar as árvores.

– Suçuarana e jaguatirica, ouçam o que tenho a dizer, pois isto é importante – Afirmou a onça pintada.

– Sim, estamos ouvindo – Disseram ambas a onça.

– Se esses homens estão derrubando nossa floresta, o que acha de nos mudarmos para a selva deles – Disse a onça pintada.

– Mudar para a selva de pedras! Ficou louca, amiga? – Perguntou a suçuarana.

– Louca está você de ficar aqui com as patas cruzadas enquanto os homens derrubam nosso ecossistema – Contradisse a onça.

– Ecologia, nicho ecológico e meio-ambiente! Do que servem essas palavras se os homens não sabem respeita-las – Disse a jaguatirica.

– É por isso que devemos nos mudar para a selva de pedras para fazermos algo a respeito – Indagou a onça pintada.

– Vá você então, amiga! E leve suas pintas contigo – Disse a jaguatirica.

Então a onça pintada mudou-se para a selva de pedras e montanhas de aço, pois foi inútil tentar convencer suas amigas a ajudarem com seu plano de convencer os homens a parar de destruir a floresta.

A onça pintada precisou tomar muito cuidado ao atravessar as avenidas, ruas e viadutos da selva de pedras, pois todo o cuidado era pouco.

– Criaturas abomináveis são essas tartarugas de aço, as quais andam mais rápido que meu primo leopardo – Declarou a onça, muito espantada ao ver a velocidade com que os carros e motos andavam pelas ruas.

– Uma onça, pai! Uma onça! – Exclamou um menininho de dentro de um carro.

– Imaginação, filho! Imaginação! – Exclamou o pai, respondendo ao seu filho.

– Não pai! Eu vi e ela está vindo para perto do carro – Disse o menino.

– Há – há – há – há – Gostaria de saber o que as crianças andam assistindo hoje em dia – Disse o pai, com seu fusca estacionado na rua treze, uma das principais ruas do centro.

A onça se aproximou de mansinho e perguntou para o homem: – Gostaria de saber por que andas numa tartaruga de aço, que solta bafo preto e fedorento que me dá náuseas? – Haaaaaaaarrrrrr... Vamos embora! Vamos embora, filho! – Gritou o pai, dando partida no carro e indo embora há mais de cem por hora.

– Vejo que esses homens não entendem felinês, língua de felino, né – Concluiu a onça, muito espantada.

– Mas o que é aquela enorme e extensa cobra de aço, que se move com grande rapidez ao longo daquele caminho? – Perguntou-se a onça, referindo-se o termo cobra de aço ao famoso metrô.

– Não sei se isso morde, mas vou subir na sua calda – Declarou a onça, saltando para cima do ultimo vagão do metrô. De cima do vagão, a onça escutou uma conversa vinda de dentro do vagão, a qual era a seguinte: – Há rumores de que uma onça esteja andando na cidade.

– Mas o que um bicho desses veio fazer aqui? A onça, espantada, disse para si mesma: – Caramba! Não faz nem um dia que estou na selva de pedras e já sou famosa.

Continuando a conversa no vagão...

– Meu deus! Isso é perigoso, e vai que um bicho desses morde uma criança – Disse uma senhora, assustada.

– Eu, morder uma criança! Isso não faz parte da minha natureza – Replicou a onça, descendo para dentro do vagão.

– Haaaaaarrrrrr... – Assim gritavam os passageiros do metrô.

– Calma! Calma! Sou apenas mais uma passageira nesse monstro de aço – Explicou a onça.

Para a sorte dos passageiros, o metrô parou e os passageiros saíram correndo amontoados para fora dos vagões. A policia, os bombeiros, exército, marinha, força aérea, Ibama e tropa de elite foram acionados, tudo para capturarem essa onça, a qual estava dentro do trem.

– Minha santa pinta! Eles querem me caçar – Exclamou a onça pintada, muito assustada, achando que os homens iriam caçá-la, quando na verdade só queriam dopá-la com dardos soníferos, para depois enjaula-la, numa jaula de aço com cadeado inoxidável.

A onça não se deteve e fugiu para cima das casas, e de casa em casa ela foi pulando, causando muita confusão e latido dos cachorros da vizinhança, os quais latiam o seguinte: – Gato grande! Gato grande! Ai se eu pego um... Coitado desse gato grande.

A onça foi parar em cima de um edifício, onde não soube mais descer, desesperada ela disse: – Ai, ai, ai, ai! Esse é meu fim, é hoje que viro casaco de onça ou bolsa de mulher.

Vieram uns helicópteros voando, era a imprensa que estava filmando a pobre onça.
Mais aquivos do artista através do Link:
http://www.amadeuw.com.br/a-materia.php?c=44&id=10524&t=Uma+on%E7a+na+cidade

GOSTOU, NÃO É?
Saibam mais através de nosso Canal no Youtube ou através do Site:

...

Nenhum comentário:

Página do Grupo no facebook

Download Freee... Turbine seus Jogos Online:

Compartilhe! Share this page! Compártelo!

Share to Facebook Share to Twitter Share to Linkedin Stumble It Mais...